Desiludida com a vida e com os machos da espécie, uma bela amiga decidiu viajar com outras belas amigas para respirar novos ares, se desligar da rotina, conhecer outros machos da espécie, enfim... voltar a sorrir. O lugar escolhido pelo grupo é um conhecido reduto de bicho-grilos no interior de Goiás.
A estada das alegres moças no místico lugarejo transcorria na mais perfeita harmonia quando um episódio quase põe o processo de recuperação de auto-estima da protagonista da história a perder. Estava o grupo em uma espécie de boate local quando um belo macho da espécie lançou aquele olhar lascivo para ela. Antes que a bela pensasse estar vendo coisas ("Um homem desse me olhando? Deve ser miragem"), o malandro voltou a fitá-la. E sendo a observação cada vez mais veemente, a observada começou a, digamos, demonstrar que estava gostando do coisa. E iniciou um processo de retribuição de olhares e, por que não?, lançamento de sorrisinhos maliciosos.
Foi depois de um desses que o sujeito se dirigiu em direção a ela. E se dirigiu tão lindamente que as acompanhantes da protagonista da história até se afastaram, com o intuito de deixar o alvo livre para o atirador. Que chegou, cheio de ginga, cheio de charme e, olho no olho da (a essa altura) já arrebatada senhorita perguntou:
- Tu tem seda?










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